Mensagem de abertura: O SER E O TER
Nossa correria diária não nos deixa parar para perceber se o que temos já não é o suficiente para nossa vida. Nos preocupamos muito em TER: ter isso, ter aquilo, comprar isso, comprar aquilo. Os anos vão passando, quando nos damos conta, esquecemos do mais importante que é VIVER e SER FELIZ! Muitas vezes para ser Feliz não é preciso Ter, o mais importante na vida é SER. As pessoas precisam parar de correr atrás do Ter e começar a correr atrás do SER: Ser Amigo, Ser Amado, Ser Gente. Tenho certeza de que, quando SOMOS, ficamos muito mais Felizes do que quando Temos. O SER leva uma vida para se conseguir e o Ter muitas vezes conseguimos logo. O SER não se acaba nem se perde com o tempo, mas o Ter pode terminar logo. O SER é eterno, o Ter é passageiro. Mesmo que dure por muito tempo, pode não trazer a Felicidade... E é aí que vem o vazio na vida das pessoas... Por isso, tente sempre SER e não Ter. Assim você sentirá uma Felicidade sem preço! Espero que você deixe de cobrar o que fez e o que não fez nos últimos anos e que você tente o mais importante: SER FELIZ
Na homenagem ao artista pelo resumo da obra foi dedicado a apresentadora e cantora Hebe Camargo que faleceu esta semana.
Nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, em 08 de março de 1929. Iniciou sua carreira como cantora. Atuou em várias emissoras das Rádios Associadas, em diversas capitais do Brasil. Seu pai, Fego Camargo era músico, sua mãe, dona Esterzinha, uma mulher doce, apaixonada pelos filhos, e também ligada à música. O primeiro trabalho de Hebe foi ao lado de sua irmã Estela e das primas Helena e Maria. Depois ela e a irmã formaram uma dupla sertaneja. Aí veio o primeiro contrato como cantora-solo, nas Rádios Tupi e Difusora de São Paulo. Quando veio a TV Tupi, Hebe foi logo escalada, pois era bonita e charmosa e boa cantora, mas seguiu com Dermival Costalima, logo no início de 1952, para a Rádio Nacional e depois TV Paulista. Aí começou sua carreira de apresentadora. Entre os programas que apresentava, destacou-se “O Mundo é das Mulheres”, organizado por Walter Forster. Nascia então a “Estrela de São Paulo”. Seu jeito alegre de ser, encantava a todos. Começou a receber em seus programas as maiores personalidades do Brasil e do exterior. Dizia-se: “Não passou pelo sofá da Hebe, não existiu”. O primeiro casamento de Hebe foi com Décio Capuano, com quem teve o filho Marcelo. Anos mais tarde se separou e uniu-se a Lélio Ravagnani, de quem depois ficou viúva. A carreira de Hebe foi sempre repleta de sucessos. Esteve também na TV Record, na Rádio Mulher, onde fazia um programa matinal, participou da TV Bandeirantes, da Rádio Capital, fazendo o programa direto de sua residência, da Rádio Nativa, e do SBT, onde está até hoje, nas noites de segunda-feira. Hebe gravou inúmeros discos. Ela conseguiu todos os prêmios, troféus e honrarias que uma artista pode conquistar. Ainda em plena forma, Hebe Camargo é a mulher de maior sucesso no cenário artístico nacional. Está em total atividade. Em 2004, festejou seus 18 anos de SBT, com uma festa monumental, com a presença de número imenso de autoridades brasileiras. Respeitada por políticos, personalidades e artistas, todos a entendem e a aceitam como ela é: espontânea , brejeira, alegre, irreverente, vaidosa e bondosa, como diz Vida Alves, que percebe nela, eternamente, um coração de menina. Essa é Hebe Camargo a “Estrela número 1 do Brasil”.
ENTREVISTA DA SEMANA
Na entrevista da semana a meiga atriz e coordenadora do Forfézinho NEIRIANE LIBARDI, que falou sobre a fundação do grupo na cidade, os projetos e da III edição das oficinas comunitárias de teatro. Veja fotos do estúdio abaixo:
Créditos: Maria Regina - Rádio Pira

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