Entrevista com o Coordenador do Conselho Municipal das pessoas com deficiência, Sr. Fernando Ferraz Domingues.
Mensagem de abertura
Deficiente

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois

"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre."

(Mário Quintana)
"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. E só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."
(Mário Quintana)
Homenagem ao artista pelo resumo da obra
cantora paraense Gláfira Lobo
Gláfira Fonseca Lobo nasceu no Marajó em 1980. Filha de um programador de rádio, cresceu em Belém ouvindo todo tipo de música. Em 1997, aos 17 anos, recebeu o convite para tocar na banda Cartagora, sua primeira experiência profissional como cantora. Esse primeiro momento durou três anos.
Aos 20 anos, foi convidada pela cantora Lia Sophia para cantar no bar Carpe Diem, onde fez temporada de mais de três anos. Depois, cantou no Café Imaginário, onde o ator Marcos Palmeira, de passagem por Belém, elogiou o show chegando a lhe fazer ofertas em dinheiro para que ela não parasse de cantar.
A sua interpretação de “Cantiga”, de Zeca Baleira, gravada ao vivo no estúdio, ficou por mais de seis semanas como a mais pedida na Rádio Cultura FM. A repercussão rendeu os shows “Minha identidade” em 2003; “Entrelinhas”, em 2005 e “Jardim Secreto”, 2008, todos no Margarida Schivasappa com grande repercussão de público e crítica.
Ainda em 2003, ela entrou para a Álibi de Orfeu a convite de Rui Paiva, e seguiu com a banda paralelamente à sua carreira solo. Fez participação em show do Ira! e, com o grupo, abriu para Paralamas, Pitty, Detonautas, Cidade Negra e Charlie Brown Júnior. Gravou o disco Só Veneno, lançado em 2010 e produzido por Edgar Scandurra.
Em 2011, ela sai do grupo para se dedicar sua atividade acadêmica e na política cultural, que iniciou em 2005 com a entrada para o Fórum Permanente de Música do Pará, experiência que lhe deu a oportunidade de viajar pelo Brasil e conhecer artistas e agitadores culturais de todos os estados. Atualmente, a cantora prepara-se para retomar sua carreira solo, gravando seu primeiro disco, Jardim das flores, além de atuar como produtora cultural. “Em breve estarei circulando com o projeto Ao Vivo, em companhia de Adriana Cavalcante, Lia Sophia e outros, patrocinado pelo Conexão Vivo”, explica.
Gláfira volta aos palcos da cidade com temporada no projeto Ensaio na Estação, durante todas as quartas-feiras do mês de junho, das 16h às 18h, interpretando o melhor da nova, boa e velha música popular brasileira.
Aos 20 anos, foi convidada pela cantora Lia Sophia para cantar no bar Carpe Diem, onde fez temporada de mais de três anos. Depois, cantou no Café Imaginário, onde o ator Marcos Palmeira, de passagem por Belém, elogiou o show chegando a lhe fazer ofertas em dinheiro para que ela não parasse de cantar.
A sua interpretação de “Cantiga”, de Zeca Baleira, gravada ao vivo no estúdio, ficou por mais de seis semanas como a mais pedida na Rádio Cultura FM. A repercussão rendeu os shows “Minha identidade” em 2003; “Entrelinhas”, em 2005 e “Jardim Secreto”, 2008, todos no Margarida Schivasappa com grande repercussão de público e crítica.
Ainda em 2003, ela entrou para a Álibi de Orfeu a convite de Rui Paiva, e seguiu com a banda paralelamente à sua carreira solo. Fez participação em show do Ira! e, com o grupo, abriu para Paralamas, Pitty, Detonautas, Cidade Negra e Charlie Brown Júnior. Gravou o disco Só Veneno, lançado em 2010 e produzido por Edgar Scandurra.
Em 2011, ela sai do grupo para se dedicar sua atividade acadêmica e na política cultural, que iniciou em 2005 com a entrada para o Fórum Permanente de Música do Pará, experiência que lhe deu a oportunidade de viajar pelo Brasil e conhecer artistas e agitadores culturais de todos os estados. Atualmente, a cantora prepara-se para retomar sua carreira solo, gravando seu primeiro disco, Jardim das flores, além de atuar como produtora cultural. “Em breve estarei circulando com o projeto Ao Vivo, em companhia de Adriana Cavalcante, Lia Sophia e outros, patrocinado pelo Conexão Vivo”, explica.
Gláfira volta aos palcos da cidade com temporada no projeto Ensaio na Estação, durante todas as quartas-feiras do mês de junho, das 16h às 18h, interpretando o melhor da nova, boa e velha música popular brasileira.

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